Esta é a minha mais recente criação táctica, é um 4-2-3-1 meio-campo defensivo e dei-lhe o nome de MM_PitchLock. É uma táctica que por muito defensivo que possa parecer o meio-campo, é na realidade bastante ofensiva. Através de várias instruções tácticas em equipa e individual, consegui desenvolver um sistema em que tenho muita posse de bola, logo jogo num ataque continuado, faço contra-ataques rapidissimos após as bolas paradas defensivas, e o melhor de tudo, marco muitos golos. Mais à frente irei explicar melhor a função de cada jogador dentro do campo, bem como o motivo das instruções individuais a que fica obrigado. Quero também aproveitar para dizer que esta táctica foi experimentada e desenvolvida com o Sport Lisboa e Benfica, da 1ª liga do campeonato Português, e testada em clubes como Palermo (Itália), Udinese (Itália), Getafe (Espanha), Atl. Madrid (Espanha) e Tottenham (Inglaterra). Como vêm são todos clubes da mesma dimensão que o Benfica, isto é, procurei o maximo fugir às super potencias do futebol para poder testa-la com jogadores medianos (130-160). O resultado foi mais ou menos identico em todos os clubes, muitas vitórias, poucos empates e raramente uma derrota.domingo, 17 de fevereiro de 2008
A Táctica - MM_PitchLock
Esta é a minha mais recente criação táctica, é um 4-2-3-1 meio-campo defensivo e dei-lhe o nome de MM_PitchLock. É uma táctica que por muito defensivo que possa parecer o meio-campo, é na realidade bastante ofensiva. Através de várias instruções tácticas em equipa e individual, consegui desenvolver um sistema em que tenho muita posse de bola, logo jogo num ataque continuado, faço contra-ataques rapidissimos após as bolas paradas defensivas, e o melhor de tudo, marco muitos golos. Mais à frente irei explicar melhor a função de cada jogador dentro do campo, bem como o motivo das instruções individuais a que fica obrigado. Quero também aproveitar para dizer que esta táctica foi experimentada e desenvolvida com o Sport Lisboa e Benfica, da 1ª liga do campeonato Português, e testada em clubes como Palermo (Itália), Udinese (Itália), Getafe (Espanha), Atl. Madrid (Espanha) e Tottenham (Inglaterra). Como vêm são todos clubes da mesma dimensão que o Benfica, isto é, procurei o maximo fugir às super potencias do futebol para poder testa-la com jogadores medianos (130-160). O resultado foi mais ou menos identico em todos os clubes, muitas vitórias, poucos empates e raramente uma derrota.
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